domingo - 26/04/2026
“Cine Memorial” apresentou o documentário “Vidas Juninas” neste domingo
O “Cine Memorial” é uma iniciativa da Prefeitura de Mossoró, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cultura e iniciado no dia 29 de março . As exibições serão sempre no último domingo de cada mês
Por: Sayonara Amorim
Neste último domingo (26), a população que frequenta as atividades do programa “Viva Rio Branco” teve a oportunidade de apreciar a segunda edição do projeto “Cine Memorial”. A exibição foi o documentário “Vidas Juninas”, de produção local, apresentado no Memorial da Resistência, às 18h.
O “Cine Memorial” é uma iniciativa da Prefeitura de Mossoró, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cultura e iniciado no dia 29 de março. As produções serão exibidas sempre no último domingo de cada mês, com o objetivo de valorizar o talento local.

O diretor do Memorial da Resistência Diego Gomes destacou o “Cine Memorial” como sendo uma grande oportunidade para as produções locais tornarem-se conhecidas. “O ‘Cine Memorial um projeto que a gente resgatou que visa exibir filmes, curtas, longas metragens e documentários. Hoje a gente vai exibir o documentário “Vidas Juninas”, que mostra os bastidores das festas juninas em Mossoró”, explicou Diego.

A produtora executiva do documentário “Vidas Juninas” Raquel de Queiroz, ressaltou que todo o trabalho foi feito de forma coletiva. “O documentário ‘Vidas Juninas’ foi feito através do coletivo Cajuern, que surgiu durante o curso de Rádio, TV e Internet na Universidade do Estado de Rio Grande do Norte, e eu faço parte desse coletivo contribuindo tanto com o roteiro quanto para a produção, e assino a produção executiva do documentário”, detalhou Raquel.

De acordo com a jornalista Ester Chagas, o documentário apresenta uma forma leve de mostrar os bastidores dos festejos juninos em Mossoró. “Eu gostei bastante porque eu achei que foi uma forma divertida de mostrar como acontece o São João em nossa cidade. Além de contar histórias de pessoas que podem talvez passar em branco, o documentário trouxe um olhar bem pra vida pessoal e para experiências no São João. Tipo, a primeira personagem, a Tatá, a experiência de uma mulher travesti no São João, depois a experiência de artistas locais, eu achei muito interessante”, comentou Ester.
