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18/01/2018 - Editado há 3 anos

Procon Municipal orienta sobre a compra de material escolar

Por: Maxmeio

O início do ano é o período em que os pais lotam as livrarias para a compra do material escolar dos seus filhos. É o momento também de ficar atento aos preços e, principalmente, com a lista de material exigida pelas escolas particulares. A diretora do Procon Municipal, Vera Araújo, alerta que os abusos mais comuns ocorrem na solicitação de material de uso coletivo. “A material solicitado deve ser de uso individual, para a própria criança. No entanto, algumas escolas ainda usam uma velha tática de pedir material de expediente, de uso coletivo, como lápis para escrever no quadro, excesso de copos descartáveis, material de limpeza, entre outros”, elenca. Vera Araújo reforça que a exigência desse tipo de material é proibida e que os pais só devem fornecer à escola o material de uso individual. “Tem escolas que pedem duas, três resmas de papel, por exemplo. Isso não existe. O máximo que pode ser exigido é até uma resma de papel por criança, mais do que isso é abusivo”, destaca. Nesse período, os preços também variam bastante nas livrarias, a dica do Procon Municipal é que os pais pesquisem antes de fazer a compra. “Quem dita o preço é o consumidor. Os pais devem fazer a pesquisa, devem procurar o menor preço, tanto do material escolar, como também da mensalidade das escolas”, orienta Vera Araújo. O Procon Municipal tem uma lista com os materiais proibidos e que podem ser solicitados pelas escolas. Ela pode ser solicitada pelo consumidor na sede do órgão, no Centro Administrativo, ou pelo telefone 3315-5049.


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